09 julho 2014

Viciados em séries: About a Boy


Nos dias de hoje, o mundo das séries englobam tudo que é tipo de assunto. O que à dez, quinze anos atrás era difícil de se acreditar de se ver em séries, hoje em dia, é popular, é para todas as idades. Histórias açucaradas, fofas, estilo Sessão da Tarde, parecia estar cada vez mais distante da nossa realidade. Parecia. A NBC, (sim, NBC que tem um prazer mórbido de cancelar séries amáveis [esta que vos escreve tem um certo trauma]), resolveu trazer de volta uma dessas comédias fofinhas: About a Boy.


A história, apesar de ser uma velha conhecida, volta neste ano com um ar moderno, uma nova pegada. Traz a história de Will, um cara na faixa dos trinta anos que está solteiro e vive romances passageiros. Para tentar se aproximar de uma moça que ele se encanta, o cara inventa uma história que tem um filho com uma doença gravíssima. Para dar continuidade à mentira, usa seu novo vizinho, o menino Marcus, como o personagem da fantasiosa história. Mas é obvio que é logo descoberta a farsa.

Só que, o que era para ser apenas um encontro passageiro de duas pessoas, se torna uma relação bem entrelaçada. Apesar de situações bem diferentes na vida, os dois, pode assim dizer, estão perdidos. Will, se vê sozinho porque todos seus antigos amigos se casaram, tiveram filhos. Ou seja, cresceram, e ele, continuou um moleque. E Marcus, vive mudando de cidade constantemente com sua mãe extremamente excêntrica, a qual tenta obrigá-lo à seguir ações não tão convencionais que ele não quer. A partir daí nasce uma relação sem interesses, mas por admiração e confiança, tais buscadas em pequenas ações.




A produção como disse anteriormente, é muito bem produzida. Os diálogos são bem escritos e com bastantes referencias, tanto de música como de outras séries (amooooooo!). Todos personagens são cativantes. O Marcus é a coisinha mais fofa do mundo! O Marcus versão 2014, é por conta de Benjamin Stockham. No elenco também está David Walton (um Will digno, se vocês me entendem! Ele esteve no elenco de New Girl), Minnie Driver (Will & Grace), entre outros. O filme de 2002, que foi baseado em um livro, foi estrelado por Hugh Grant e o “boy” da época era o ator Nicholas Hoult, atualmente, é o “boy” da Jennifer Lawrence, ou seja, não é mais tão “boy” assim.



Para finalizar o texto, tenho duas observação: A série já tinha sido renovada antes mesmo de terminar a primeira temporada. Então, isso mostra que até a NBC viu a necessidade de renovar, isso é um excelente sinal! E segundo, a abertura é muito legal, com uma música muito viciante. Mas é uma pena que só passa a partir do segundo episodio, para conhecer, você vai ter que ver o piloto...


E aí, já conhecia a série? Já viu? O que acharam dela? Eu simplesmente estou apaixonada por tal, muito ansiosa pela segunda temporada. Dá sua opinião também. Tem uma indicação de uma excelente série? Me digna.

01 julho 2014

Orkut, é hora de dar tchau!




O dia de ontem começou com uma noticia com jeito de atrasada, mas que se paramos para pensar, é um marco em nossas vidas: o Orkut vai acabar. Ok que quase ninguém mais anda por aqueles lados, e isso tem é tempo. Mas se voltarmos à 2006 ou 2007, era quase impossível achar alguém que não tinha Orkut, mesmo que quase nunca entrasse.

Essa noticia me trouxe uma sensação de nostalgia maravilhosa. (Novidade, né Talita.) Foram tantas coisas que postadas naquela rede social, épocas vividas: finalzinho de infância e o começo de adolescência. Fotos de uma menininha de amava rosa e de uma garota de só usava preto, no máximo um detalhe roxo, com o olho carregado de lápis preto e franjão. 

É hora de dar tchau, é hora de dar tchau!

Lembro perfeitamente do dia que uma colega de escola chegou lá dizendo que tinha entrado em um site que era novo e só podia entrar com convite. Todos pediam à ela para os convidarem também. E eu, obviamente, fui uma das mais insistentes. Foi assim que fiz minha primeira conta no Orkut. Era uma vez, 2004. A popularidade de poder convidar alguém para o Orkut, posso comparar à que tive anos depois quando entrei no Ensino Médio e eu era a melhor amiga do garoto mais bonito da escola.


Acho que da mesma forma que crie zilhões de blogs, também criei zilhões de contas no Orkut. Criei e depois apaguei. Criei um perfil verdadeiro. Um fake. Criei dois ao mesmo tempo. Participava de várias comunidades mas ativamente de quase nenhuma. Quase não escrevia depoimento. Não tinha paciência de mandar scraps dizendo que eu amava alguém que eu nem falava pessoalmente. As vezes tirava um sarro de gente chata. Escrevia o orkutês (pq olha q koisa legal q é!) Não sou mais tão fluente, desculpa. "Invadia" perfis de amigas. Já ensinei o caminho das pedras de como entrar em Orkut alheio. Parei com isso, tá gente, agora sou uma pessoa legal, ok?


Montei uma pasta de fotos com as bandas que eu mais amava na época. Tinha Red Hot Chili Peppers, System Of A Down, Linkin Park, Fall Out Boy, Panic! at the Disco e outros. Sonhava em casar com o Brendon Urie e só de pensar em encontrar o Di do NxZero fazia eu ter quase um troço do coração. Hoje, somente algumas que ouço com frequência, mas mesmo assim não com a mesma intensidade.

Não ria do meu gosto musical quando em 2007, nem tente entender. hehe


Agradeço por aqueles que eram meus fãs. Por aqueles "amigas" que viviam visitando meu perfil. Agradeço por aqueles que me achavam super legal e super confiável. Ah, obrigada quem participou na comunidade que fizerem para mim, me sentia extremamente importante. hehe




É Orkut, já te larguei tem um bom tempo, mas você não sai de nós. R.I.P. Quais são suas lembranças?
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